Representantes da empresa e diretoria do clube não detalharam parceria que visa buscar receita…
Durante a apresentação do elenco e da comissão técnica do Araguaína, a representante da empresa parceira e consultora do clube, Satff Soccer do Rio Grande do Sul, e o presidente do Araguaína, João Luís de Carvalho, falaram do objetivo principal de ambos, mas pouco detalharam a comentada parceria. Letícia Góes que responde pelo departamento jurídico da empresa de consultoria esportiva, disse que a Staff Soccer não é um investidor e sim uma consultora que busca “profissionalizar” o clube.
Letícia Góes respondeu várias perguntas dos jornalistas. Góes afirmou ainda que a empresa não terá nenhuma participação direta na contratação dos jogadores que foram indicados por empresários ao clube tocantinense. A empresa terá o papel de buscar no mercado as peças que serão solicitadas pelo treinador e pelo clube.
Outro questionamento chave dos repórteres foi em relação a divisão de futuro lucro entre clube e parceiro. De acordo com Letícia Góes, a Staff Soccer vai ganhar apenas com a venda de jogadores e que terá a responsabilidade de buscar receitas para o clube tocantinense. Quatro empresas nacionais já estão negociando diretamente com o presidente do Tourão segundo a representante.
Treinador.
De acordo com Letícia Góes, a indicação do técnico Ivo Secchi foi mesmo da empresa, mas que a diretoria é quem vai decidir contratações e até mesmo a substituião do treinador se necessário.
” Quero deixar bem claro que não temos interesse em sair vendendo jogador. Nosso objetivo é fazer do Araguaína um clube profissional. Vamos fazer um trabalho de consultoria, vamos buscar receitas. Quem manda no clube é a diretoria”, disse Letícia Góes.


Visando melhorar as precárias situações de trabalho para a imprensa esportiva tocantinense, a Associação dos Cronistas Esportivos do Tocantins - Aceto, teve audiência com o secretário estadual do esporte e juventude, Olintho Neto, solicitando apoio, especialmente para o jogo final do estadual, que acontece neste sábado (4) em Gurupi, entre o time da cidade e o Interporto.
Para evitar o oba oba e o assédio sobre os jogadores nesta reta final, o técnico Roberto Oliveira pediu a concentração de todo o elenco em um hotel da cidade e foi atendido pela diretoria. Desde a noite desta quarta-feira, os jogadores deixaram a república e foram acomodados no Hotel Via Norte. Para o técnico o momento é de tranqüilidade, de conversa e acima de tudo união do grupo. “Queremos todos juntos, respirando, falando e conversando sobre a decisão. Temos uma boa vantagem mas ela sozinha não garante o título. Precisamos estar focados, conscientes do nosso dever dentro de campo em mais 90 minutos importantíssimos. Não adianta nada termos a vantagem, jogar em casa e deixarmos tudo isso escapar. Não queremos oba oba e os jogadores estão conscientes disso, a comissão técnica também e toda a diretoria sabe e entendeu que precisamos ficar fora do momento do torcedor. Afinal não ganhamos nada e precisamos manter a humildade e trabalhar até o último momento”, disse Roberto Oliveira.
A diretoria do Gurupi Esporte Clube está programando uma grande festa, acreditando no título do time que pode até perder por diferença de um gol a segunda partida da final. Na primeira partida, o Camaleão do Sul venceu por 2 a 1 e ampliou a vantagem, embora o treinador Carlos Magno acredite que o Interporto tem condições de reverter a situação, mesmo dentro do estádio Rezendão. “Meu time é experiente e vamos fazer história dentro da casa do adversário”, frisou, ressaltando que embora o time tenha perdido, o Interporto jogou bem, pecando apenas nas conclusões. 